quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

A ÉGUA ATROPELADA..



O meu amigo Juca M. Alves afirmou que é responsabilidade da Prefeitura cuidar cada égua ou cavalo que transite nas vias públicas de Ijui. Que existe lei e outras Salamandras do gênero.
Portanto, deverá o Prefeito criar uma "guarda especial" com pessoas treinadas para fiscalizar em cada canto da cidade de Ijui para fazer a aplicação correta da tal legislação vigente.
Na entrada de cada bairro e no interior, nas múltiplas esquinas deverá existir um fiscal para " FISCALIZAR" se éguas, cavalos, cabritos ou até cachorros estão transitando.
Os donos dos animais que possuem o domínio da situação também deverão ser responsabilizados.
Mesmo que estejam trabalhando ou fazendo das suas "gaiotas" uma fonte de renda para sustentar suas famílias. Se a carroça for puxada por cavalos não é possível transitar no perímetro urbano e deverão ser " SEVERAMENTE MULTADOS".
O Juca é drástico e severo. Não tem negociação.
Esses dias MORREU um cachorro atropelado e o Juca M Alves ficou mais que furioso ( raivoso) sendo que chegou a instigar os donos do bichano a pedir responzabilização e danos morais da Prefeitura. Afirmou que era dever da Administração Pública cuidar o deslocamento desses animais e "evitar acidentes' iguais ao ocorrido.
Se essa ideia de INDENIZAÇÃO for verdadeira, tem gente que vai acabar atirando cavalos nas ruas do centro ( de propósito) só para ganhar alguma indenização ou " danos morais" no caso de ocorrer algum acidente.
Será uma INUSITADA fonte de renda!!
Do jeito que o dito está exigindo, o Prefeito e os demais responsáveis terão que urgentemente comprar uma " BOLA DE CRISTAL" para tentar fazer a previsão de onde transitarão animais, por quais bairros, ruas e lugares e horários.
É preciso um MONITORAMENTE completo: onisciente e onipresente.
O negócio é sério...
Temos que cumprir a lei..

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

QUINTESSÊNCIA DA VIGARICE....

Um pastor já havia lançado em spray que se passado no corpo turava mal olhado e obsessor.
Agora a bispa solta um perfume com o cheiro de Jesus. O vidro custa R$ 79.
O Boticário que se prepare.
Na época que Jesus viveu não tinha shampoo, não tinha sabonete.... que cheiro é esse. será que é de mirra???
Bispa lança perfume com o cheiro de Jesus
Quem quiser experimentar vai desembolsar R$ 79.
E o pior que serão muitos os compradores que ACREDITAM nas MENTIRAS cabeludas dessa BISPA.
Que Deus a castigue por tamanha falta de respeito com os pobres e humildes.

 Parece mentira, mas não é: a Bispa Sônia Hernandez, fundadora da igreja evangélica Renascer em Cristo, lançou o kit de cosméticos Divina Essence, com sabonete e perfume que, segunda a propaganda, exalam o cheiro de Jesus.
Essa mulher deveria ser processada por estelionato e curtir um "curso de CANÁRIO" por brincar com algo tão sério.
Em entrevista ao site da Band, a filha da Bispa Sônia, Fernanda, diz que “os produtos são magníficos e exalam o perfume de Jesus”. Já a Bispa Sônia garante que os produtos demoraram alguns anos para chegar ao mercado em função das pesquisas e desenvolvimento das embalagens.

Quem quiser experimentar, vai desembolsar R$ 79.

Qual será o cheiro de Jesus? Bom, a bispa Sônia Hernandez, fundadora da igreja evangélica Renascer em Cristo, parece saber. Ela lançou no sábado (15) uma linha com perfume, creme hidratante e sabonete líquido. O kit “De bem com a vida” sai por R$ 79 e, segundo a filha da religiosa, “exala o bom cheiro de Cristo”.

De acordo com a bispa, os produtos demoraram alguns anos para chegar ao mercado brasileiro por conta das pesquisas e desenvolvimento das embalagens e foram testados pessoalmente por Sônia e a filha Fernanda.

A bispa disse que essa linha de produtos vem da benção da Ceia de Oficiais, que diz que sementes que você nem lembrava que havia semeado iriam frutificar.

O próximo passo é lançar a linha de perfumes para homens, que será o kit do Apóstolo Estevam, marido dela.
É a QUINTESSÊNCIA DA VIGARICE !!

PENSANDO COMO OS REVOLUCIONÁRIOS..

A técnica da “solução agravante”, que já mencionei em artigo anterior, é uma das constantes históricas mais salientes do movimento revolucionário. Os casos são tantos e tão evidentes que chega a ser espantosa a ingenuidade com que liberais e conservadores continuam discutindo (e não raro aceitando) as propostas sociais esquerdistas pelo sentido literal dos seus objetivos proclamados, sem atinar com o astuto mecanismo gerador de crises que elas sempre trazem embutido.
A dificuldade, nesse caso, vem do descompasso entre a mentalidade científico-positivista dominante na prática do capitalismo e a visão histórico-dialética que orienta o movimento revolucionário. Aquela segue uma lógica linear em que, definido um objetivo, os meios se encadeiam racionalmente para produzir um efeito que, uma vez alcançado, pode ser medido e avaliado objetivamente em termos de sucesso ou fracasso.
A lógica revolucionária opera sempre com dois objetivos simultâneos e antagônicos, um declarado e provisório, o outro implícito e constante. O primeiro é a solução de algum problema social ou de alguma crise. O segundo é a desorganização sistemática da sociedade e o aumento do poder do grupo revolucionário.
Entre o problema apontado e a solução proposta há sempre um "non sequitur", um hiato lógico, camuflado sob forte apelo emocional. Mas entre os meios adotados e o objetivo verdadeiro a conexão é sempre de uma lógica perfeita, inexorável. O problema sai intacto ou agravado. O movimento revolucionário sai  fortalecido.
Em seu já clássico The Vision of the Annointed (New York, Basic Books, 1995), Thomas Sowell fornece, entre outros exemplos, o da educação sexual, proposta nos anos 60 como remédio infalível contra a proliferação dos casos de gravidez e de doenças venéreas entre meninas de escola.
Contra a advertência óbvia de que quanto mais ouvissem falar de sexo mais as garotas se interessariam em praticá-lo, a medida foi adotada em metade das escolas americanas. Resultado: a incidência de doenças venéreas entre as estudantes aumentou em 350%  em quinze anos, e os casos de gravidez passaram de 68 por mil em 1970 para 96 por mil em 1985, enquanto o número de abortos ultrapassava o de nascimentos. Diante do fato consumado, os promotores da ideia genial passaram à etapa seguinte: promover o livre acesso às clínicas de aborto para as menores de idade.
Outro exemplo, mais claro ainda – que não está no livro –, é a  conhecida estratégia Cloward-Piven . Concebida por dois discípulos do revolucionário profissional Saul Alinsky, Richard A. Cloward e Frances Fox Piven, seu objetivo nominal era "acabar com a pobreza". O verdadeiro objetivo só transparecia obscuramente na exposição dos meios. "Se esta estratégia for implementada – prometiam os autores –, o resultado será uma crise política que poderá levar a uma legislação que garanta uma renda anual e portanto acabe com a pobreza."
O plano não explicava como extrair da tal crise a legislação pretendida, nem de onde proviriam os recursos para garantir a cada cidadão americano uma renda anual; detalhava apenas os meios de produzir a crise (subentendendo, sem a mais mínima razão, que esta geraria por si o fim da pobreza). Esses meios consistiam em recrutar o maior número de pessoas e convencê-las a exigir da Previdência Social todos os benefícios a que legalmente tinham direito, quer precisassem deles ou não.
 É evidente que nenhum sistema de previdência social do mundo tem meios de fornecer todos os benefícios a todo mundo ao mesmo tempo. Em suma: não se tratava de eliminar a pobreza, mas de quebrar a Previdência e, junto com ela, os bancos, espalhando a pobreza em vez de eliminá-la e impondo quase que automaticamente a maior intervenção do Estado na economia.
 O resultado foi atingido em 2008, favorecendo a eleição de Barack Hussein Obama, o qual, não por coincidência, tivera como seu único emprego na vida o de "organizador comunitário" incumbido de por em ação… a estratégia Cloward-Piven.
Mas o exemplo mais lindo de todos é a política do mesmo Barack Hussein Obama no Oriente Médio. Objetivo nominal: implantar a democracia moderna nos países islâmicos. Meio adotado: espalhar dinheiro e armas entre os movimentos de resistência às ditaduras locais, fingindo ignorar que esses movimentos são orientados principalmente pela Fraternidade Muçulmana e estão repletos de agentes da Al-Qaeda. Resultado obtido: elevar ao poder a Fraternidade Muçulmana, trocando ditaduras pró-americanas ou neutras por ditaduras fundamentalistas islâmicas ferozmente anti-americanas. Passagem à etapa seguinte: campanhas de propaganda destinadas a intimidar os americanos para que não digam uma palavra contra o Islã.
Nesses casos e numa infinidade de outros, os críticos liberais e conservadores falam de "fracasso" das políticas adotadas, fazendo de conta que os objetivos dos revolucionários são os mesmos deles próprios e recusando-se a enxergar o cálculo subjacente planejado para fazer de cada um desses fracassos da nação ou da sociedade um sucesso espetacular do movimento revolucionário.
Se o leitor entendeu como a coisa funciona, sugiro-lhe agora um exercício: a esquerda americana, aproveitando-se do impacto da tragédia de Sandy Hook, está clamando por maior controle governamental das armas em poder dos civis. Objetivo nominal: prevenir novas matanças de inocentes. De quanto tempo você precisa para descobrir qual será o resultado efetivo?

Autor: Olavo de Carvalho: Diário do Comércio

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

TIPO BICHO...


Não existe nada mais inteligente do que ficar conectado nas novidades da ciência: seus avanços e aplicações na melhora de nossa qualidade de vida.
O Juca M. Alves descobriu a tal de IRISINA e anda atracado tipo bicho na aplicação de tal hormônio que promete milagres na perda de peso.
A Irisina é um hormônio produzido pelos músculos com ação direta nas células de gordura.
  Experimentaram nos camundongos e verificaram que os roedores com determinada atividade física produziram mais irisina e que isso acelerou o metabolismo do tecido adiposo em várias vezes, deixando os bichinhos quase raquíticos.
O Juca Alves em todo lugar que anda afirma que tal descoberta é a mais fantástica do século. Está aplicando uma versão sintética da irisina em um famoso instituto de Porto Alegre.
Ele afirma que pode comer tudo quanto é fritura, gordura e doces até repunar: sem problema algum, bastando que uma vez por mês aplique uma determinada quantidade do milagroso hormônio.
Isso, segundo ele, dá uma vantagem enorme sobre seus concorrentes de Cátedra, pois ele não perde um segundo com ginásticas e academias, sendo que afirmou já ter lido uns 12 mil livros e em vários idiomas.  
Ele disse que agora vai se dedicar em estudar mais sobre os grandes pensadores em todos os campos do conhecimento.
Está relendo a tal PAIDÉIA de Werner Jaeger, pois acha que a solução de tudo está em retomar os conceitos da formação do homem grego e outras Salamandras do gênero.
E promete mudar o mundo em menos de 20 anos.
Vamos aguardar..  
 

O QUE É ISTO - DECIDIDO CONFORME A MINHA CONSCIÊNCIA?

 
O livro do professor Lênio Luiz Streck, cujo título é: “o que é isto? – decido conforme a minha consciência?”
O autor pretende ir contra o “juiz solipsista”,   o dicionário o denomina como “solipso (latim solus, -a, -um, sozinho + latim ipse, -a, -um, o próprio) adj. s. m.1. Que ou quem vive só para si. = EGOÍSTA. 
 Que ou quem gosta de viver sozinho. = CELIBATÁRIO, SOLTEIRÃO”, já no livro de filosofia de Marilena Chauí solipsismo é “a crença de que, além de nós, só existem as nossas Streaming.
 O solipsismo é a conseqüência extrema de se acreditar que o conhecimento deve estar fundado em estados de experiências interiores e pessoais, e de não se conseguir encontrar uma ponte pela qual esses estados nos dêem a conhecer alguma coisa que esteja além deles.
 O solipsismo do momento presente estende este ceticismo aos nossos próprios estados passados, de tal modo que tudo o que resta é o eu presente.
 Russel conta-nos que conheceu uma mulher que se dizia solipsista e que estava espantada por não existirem mais pessoas como ela.”. O autor quis descrever de forma clara sobre uma espécie de Juiz solitário, que decidiria, não segundo a Constituição, que a, mas segundo a sua consciência (ou vontade) apenas.A principio o autor discorre sobre a importância da filosofia para o direito, para isto discorre sobre a obra de Platão Crátilo, onde a principal discussão, tendo em vista que a obra e escrita na forma de diálogos sobre a constatação de que os nomes não seriam capazes de dizer a essência das coisas, o que parece pôr em xeque a tarefa da filosofia pensada como atividade de busca do conhecimento presidida pelo lógos.
Discorrendo como cada época trouxe os fundamentos de sua decisão, termina o primeiro capitulo deixando claro que “não se pode reduzir a um exercício da vontade do interprete (julgar conforme sua consciência), como se a realidade fosse reduzida à sua...

A leitura certamente é instigante e vale a pena.
Mesmo os mais burrinhos ( iguais a mim) conseguem ter uma outra visão do Direito e uma ampliação dos seus horizontes de análise e interpretação.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

DIÁRIO DA UNIVERSIDADE...

Na minha época, meado para o final dos anos 90, só o fato de frequentar curso superior já era uma superioridade, pelo menos eu pensava e agia assim.  Dava certo, com as gurias. Lero-leros, boleros e rola-sexos, não exatamente nessa ordem (era a constante).
 A felicidade estava em frequentar o ambiente acadêmico e “catedrático” e aplicar o caudal de lições teóricas para abater alguma presa. Com a “mais valia” de Marx: sutiãs e calcinhas despencavam como folhas secas para a satisfação da minha lascívia.
 Com a tal " TEORIA COMUNISTA" e a vontade de “mudar o mundo”, inúmeras brunettes “caíam de quatro” – desconfio que a atração que elas sentiam era muito mais pelo simples  fato de não conseguirem discordar do medonho enredo construído, digo construído porque sabendo muito pouco do que professava não poderia deixar a peteca cair, ai entrava muita imaginação e retórica.
 O produto disso, demonstração de inteligência e a persuasão consumava-se logo em seguida orgasticamente no tapete de alguma sala, num colchão qualquer, num canto de muro, automóvel, em sala de aula (vazia claro) no corredor de algum condomínio, enfim, nos mais insólitos recônditos – menos em moteis, pois o pouco dinheiro que havia era para outras finalidades.
 Como dito, retórica abundante e, como não dito, dinheiro escasso. Refleti muito sobre essa questão: como que naquela pindaíba consumia tantas mulheres? Sim, consumia, pois elas vinham exatamente com esse propósito, destituídas de um romantismo maior.
  A conclusão a que cheguei foi a seguinte: se tivesse dinheiro iria perder tempo desfilando vaidades.  Explico melhor; naqueles tempos de “comunista”, lembrando que não comia criancinhas, a dureza financeira era tanta que resolvi fazer um pacto, e não foi com o diabo, foi comigo mesmo, o pacto de ser feliz e feliz.
 E, por incrível que pareça busquei a luz nos 10 Mandamentos, claro, tive que fazer algumas retocadas em algumas ordens, algumas adaptações necessárias, com exceção da primeira regra, essa não me atrevi mexer, uma porque não sou bobo e outra porque se não fiz pacto com o belzebu porque iria criar atrito com Deus? Nem pensar.
 Do segundo tirei o “NÃO”, ainda não matei até o presente momento, mas o “Não” mandamental está fora do meu script. Sim, o terceiro não teve jeito, também risquei o “Não”, época de muita leitura, devorava “orelhas” das obras literárias mundialmente consagradas: “Os Miseráveis”, “Roobin Hood”, “Origem da Propriedade Privada e da Família”, “O Idiota”, “Sem Anos de Solidão”, “Meninos da Rua da Praia”, “Tigipió”, “Volta ao Mundo em 80 Dias”,  “Papilon”,  “Don Quixote”, “O Velho e o Mar”, “Mobydik”,  ‘Os Sertões”,   e tantas outras etc e tal.
 Que acabei desenvolvendo ideias não fixas no inconsciente que assim alertava meu subconsciente no seguinte sentido e com a seguinte indagação: “e se um dia por extremo estado de necessidade for preciso?”. Até hoje ainda não precisei da má sorte alheia e a tal questão carrego adormecida na cachola.
  Um mandamento risquei fora por não ter como fugir da raia. Para nós homens é que são 10 divinas ordens, mas paras elas são nove, digo “elas” propriamente falando, tirando as variações que a “modernidade” trouxe ao mundo. Não cobiçarás a mulher do próximo. O tormento é que com essa revolução comportamental em que todos são afetados, principalmente os cônjuges, em que as mulheres casadas estão cada vez mais ousadas em suas investidas. Tarefa difícil era escapar do assédio delas. Ainda mais quando agiam por vingança de saberem que eram traídas e enganadas. Prosseguiam fingindo em suas relações postiças, aprontando uma barbaridade nos bastidores. Se para nós é pecado cobiçar a mulher do próximo, para elas não há essa restrição divina. Ao menos representava ser assim, na grande maioria dos casos.
 E ai o próximo é sempre o próximo e a fila anda. Então, com muita filosofia, repertório literário e mandamentos adaptados era (em escala minúscula) um Donald Trump rodeado de coelhas para o abate. Uhuuu!
O segredo era não se irritar ou zombar dos denominados "espertos" que desfilavam suas "namoradinhas lindas" com as quais já havia me relacionado até não poder mais.
Naquela época, o verdadeiro homem não  comentava uma vírgula daquilo que fazia ou deixava de fazer..
  Nesta batalha pela imediata satisfação sexual, profano, egoístico, percebi que para seduzir uma mulher basta um gesto diferenciado dos demais e uma abordagem discreta, dado sinal de prossiga, exagerar elogios e direcionar a conversa para banalidades citando e recitando algo inteligente colocará a fêmea em situação de irresistência.  Ligada e excitada, eis o momento ímpar em que um leve toque físico literalmente a fará estremecer e desejar ser possuída ali mesmo e neste exato momento.
O interessante era fingir acreditar no amor das mais belas, justamente para aproveitar um bom momento em deliciosas travessuras e o máximo possível. Sabia ao certo, que as mais bonitas tinham um talento maior para a mentira e que com o tempo perceberiam que também foram enganadas (pedra trocada) e que arrumariam outro alguém para começar uma nova ciranda de mentiras e uma nova relação.
Arrumariam outro para culpar o namorado anterior pelo término da relação, chamá-lo de canalha por ter “ocupado” o lindo corpo escultural por um bom e considerável tempo. Impressionante que sempre os homens eram culpados pelo fim dos relacionamentos: houve mais de mil relatos de homens na mesma toada. Elas eram as “santinhas” e “indefesas”. Eles: os “ciumentos” e “agressivos”.
O fato é que de uma relação para outra, tendo conhecimento do mecanismo e da psicologia vigorante, tudo se desfazia com uma naturalidade que já permitia a inserção em outra relação, com a vantagem das lições e inúmeras lembranças das relações passadas.
Viver momentos de completa sinceridade e sem floreios foi uma experiência inesquecível e que indiscutivelmente valeu a pena.
Foi “infinito enquanto durou” e muito mais que isso. Era uma forma de tornar a falta de sinceridade e lealdade uma força de equilíbrio, de modo que quando as donzelas eram descobertas em suas infidelidades e diabruras, descobriam ao mesmo tempo e no mesmo momento que provavam, sem saber, do mesmíssimo veneno.
Não por maldade, mas como uma forma de adaptação ao sistema e por entender profundamente a psicologia das fêmas.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

PROGRAMA DO BOB



Pois um fenõmeno de audiência tem sido o programa do BOB na Rádio Mundial, 96.5. O cara é extremamente simples: sabe comunicar, divertir e sobretudo acaba com aquela frescura toda das rádios convencionais.
O sucesso é tamanho que tenho percebido que Bancos, Lojas, escritórios e diversos outros estabelecimentos tem escutado o programa do BOB e optado por um programa mais descontraido e popular.
E não é só o "povão" que tem escutado o BOB. Tenho amigos filósofos e intelecutuais que mesmo lendo a crítica da razão pura de KANT ( livro de um erudito filósofo e portanto extremamente complexo) dão boas gargalhadas e estão sempre e de alguma forma ( bastante ou pouco sincera) sintonizados no programa do BOB.
Curioso que sou resolvi de visitar o BOB. Ele nem sabia quem eu era, afinal sou tão povão como ele.
O BOB é um trabalhador sincero, honesto e que faz o seu trabalho com a máxima dedicação possível e uma paixão que de tão evidente vai junto nas denominadas ondas sonoras.
Uns dizem que BOB é brega, que é cafona ou alguma SALAMANDRA DO GÊNERO.
Só pode ser produto da inveja.
O BOB é POP e é querido por diferentes públicos: jovens, crianças e adultos.
Parabéns BOB por ser autêntico e fazer aquilo que ama e sente no coração.