sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

O FIM DA PICADA...

É mesmo o “fim da picada” existir patente para a tal pulverização da indução de chuvas. Vivemos tempos surreais.
As tais “patentes’ estão tornando a vida ridícula. Do jeito que vai, daqui uns dias vão patentear todas as formas de manifestação humana. Até soltar uma pipa (dependendo da velocidade do vento) terá que ter permissão ou autorização.
Ora, se o invento pertence aos humanos e serve para melhorar a vida de uma coletividade de pessoas, então não pode ou não devem existir quaisquer obstáculos legais para a sua execução.
O princípio do bom senso deveria predominar.
Se existirem ou existem remédios para a cura ou tratamento do HIV (AIDS) ou do Câncer, não podem ser negados aos inúmeros pacientes só por uma questão de pagar um alto preço para quem descobriu tal fórmula.
Nesses casos é preciso que o ESTADO faça a "quebra de tal patente". Aliás, nem se pode considerar que sobre tais descobertas (de suma importância para a saúde pública) existam monopólios ou proprietários.
O famoso princípio da dignidade da pessoa humana deve prevalecer de forma indiscutível. É uma questão de interesse público.
Do mesmo modo, se existe a possibilidade de pulverizar nuvens e resolver o problema da falta de chuva no campo: ajudando os inúmeros agricultores e produtores, aumentando a produção e fazendo o comércio e todos ganharem com isso, então não deve existir qualquer impedimento para  que esse benefício coletivo ocorra.
Não acredito que exista um Juiz que impeça o benefício de uma coletividade só pelo fato de uma empresa privada invocar uma suposta patente.
Evidente que a questão social e coletiva deve predominar sobre o interesse meramente financeiro de uma empresa transnacional ou multinacional.
Se realmente  tal aplicação resolve o problema de muitos agricultores e produz chuva nos momentos de maior necessidade, então que seja feito.
Os que são contrários fazem parte de uma minoria que estão acostumados a atrapalhar por atrapalhar, pois nunca fizeram nada de prático ( exceto no mundo da teoria) em benefício da comunidade
Se isso ocorrer ( a Justiça proibir acolhendo esse argumento de patente) vou começar a acreditar em Lobisomem e jogar no lixo todas as belas lições que aprendi como os doutores e pós-doutores ao longo da vida.
Parabéns ao amigo Edson Burman por essa luta!

DEBATES NAS REDES SOCIAIS...

Fidel Castro, quando derrubou o antigo presidente Cubano e assumiu o poder declarou.
"Companheiros, operários e camponeses, esta é a Revolução socialista e democrática dos pobres, para os pobres, pelos pobres» (Castro)"
Parecia um prenúncio do que viria pela frente para o povo cubano: pobreza, pobreza e pobreza. O povo cubano já até se acostumou com a pobreza, porque eles à 50 anos, não conhecem outra coisa que não seja pobreza. Mas o Fidel com certeza, deve viver com muito conforto e segundo consta tem vários imóveis na Europa.Mas o que me surpreende que os intelectuais que defendem o comunismo, na sua maioria são ricos. Quer exemplo? o ex-candidato à presidência da república Plinio de Arruda Sampaio, era o mais rico entre os candidatos. Oscar Niemeyer, que defendeu a vida toda o comunismo é rico tambem e nunca dividiu a sua fortuna com ninguém. Vários artistas, assim como Chico Buarque, Caetano Veloso tb são ricos. E a própria Dilma nasceu e se criou em familia rica, seu pai que fugiu da Bulgária perseguido por pertencer ao partido comunista, no Brasil se tornou um Capitalista de sucesso do ramo imobiliário.
Não é uma grande hipocrisia desejar que o povo viva na miséria decorrente do comunismo, enquanto os seus defensores vivem na riqueza, inclusive passando féiras nos Estados Unidos?
Chalico - País rico é país sem comunismo by Chalico - País rico é país sem c...
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Melhor resposta - Escolhida pelo autor da pergunta

Todas as cabeças pensantes dentro do comunismo são pessoas ricas.
O golpe deles é se encostar na massa maior, no caso do Brasil são os pobres, e tentar mostrar as falhas do capitalismo.
Se a peça colar, eles designam um líder populista para jogar a grande massa ignorante contra a minoria culta para acabar com qualquer resistência (PNDH-3) e colocar todos no cabresto.
Feito isso, eles reinam absolutos, tomam e controlam todas as riquezas do país (é o caso do Fidel) e as eleições democráticas passam a ser coisa do passado.
Esse é o esquema comunista de perpetuação no poder.
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Comentário do autor da pergunta:
explicou tudo.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

RESPOSTA AO VEREADOR BUSNELLO..

O nobre vereador César Busnello afirmou em comentário no Portal Ijui.com que sou ferrenho defensor do Governo do PDT e que tenho familiar ocupando cargo de CC e coisa e tal.
Muito bem!
O nobre vereador esqueceu de afirmar que faz parte da oposição e que também ocupa um cargo que não precisou de qualquer concurso. Ou será que existe concurso para vereador???
Será que quando da eleição ao Governo do Estado o partido do vereador vai apoiar o PMDB da mesma forma que apoiou em Ijui??
Ou em política tudo acaba mudando???
O PDT é o partido do Brizola, do Prefeito Fortunatti e diversos outros líderes.
Querendo ou não, o partido do vereador Busnello terá que apoiar a reeleição do Governador Tarso e na condição de coadjuvante, sendo que para a reeleição de Tarso ele terá que contar com o apoio do PDT, partido onde o Fortunatti tem mais de 60% de apoio em nossa capital.
Segundo a maioria dos analistas políticos, Fortunatti tem até mais votos que o Tarso e poderia concorrer sozinho a Governador.

É sabido que o nobre vereador recebe um montante ( R$) como vereador e que nunca abdicou de receber tais valores. São valores legais!
Ora, se o salário de vereador é legal e previsto em lei, também o cargo de CC é legal e igualmente previsto em lei. Não há qualquer diferença e é preciso deixar isso claro para que não predomine apenas a versão do nobre vereador.
Será que o nobre vereador abdicaria aos salários que recebe como vereador???
Será que faria isso em nome da verdadeira democracia???
Sim, pois alguns doutrinadores da democracia afirmam que ninguém poderia ganhar algo por representar o povo.
Se o seu grupo ganhasse as eleições, será que não teria que cumprir as rigoras e inúmeras leis que o Prefeito Ballin e um governante responsável precisa cumprir???
Interpreto as manifestações do vereador Busnello como uma manifestação natural da oposição.
Nada mais natural.
Ao nobre colega, um grande abraço!!!

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

PEDRO LORPA E O RADICALISMO..

O Pedro Lorpa tem sempre uma interpretação radical em todas as leituras que faz da sociedade e da vida em geral. Tudo ele faz ficar pontiagudo.
O Congresso Nacional ele entende que deve ser extinto, pois lá todos viram representantes das “elites” e das “classes dominantes”.
 A respeito da tragédia da boate Kiss, ele acha que deveríamos “parar o mundo” por no mínimo 1 ano. Sem festas, sem carnaval, sem absolutamente nada.  E ele já tem milhares de seguidores aprovando a sua ideia radical.
Ele alega que não é momento para qualquer comemoração. É um momento de tristeza e todos devem sentir isso por um bom tempo, ou seja: no mínimo 1 ano.

Esses dias o Pedro Lorpa me repreendeu veementemente pelo simples fato de estar rindo quando aguardava atendimento na fila de um Banco. Afirmou que não existem mais motivos para rir e outras Salamandras do Gênero

Fui  como que obrigado a voltar a ficar triste e bem triste.

Dizem que ele chegou ao ponto de  mandar um e-mail para  a Reitoria da Universidade Federal de Santa Maria afirmando que será um desrespeito haver aulas esse ano, pois várias das vítimas eram estudantes da universidade.
Em Ijui, ele acha uma afronta alguém ir ao Carnaval.
Pedro Lorpa é mesmo um democrata-ditador.
É democrático se alguém pensa igual a ele. Ditador, quando alguém discorda dos seus pontos de vista.
Não seria melhor deixar cada cidadão, dentro da sua liberdade, decidir se deseja ou não participar de alguma festa ou comemoração?
Será que é correto impor e proibir que essas festividades continuem acontencendo?
Pedro Lorpa está irritado com a Festa da Uva. Afirmou que ninguém tem nada que estar dançando ou demonstrando felicidade.
Ninguém deveria estar comprando cucas e uvas..
Pedro precisa de um urgente tratamento.
Não existe nada mais grave que alguém querer controlar o desejo dos outros seres humanos, impondo uma forma única de conduta.
Não é pelo fato de todos estarmos em luto com a tragédia ocorrida em Santa Maria, que devemos assumir uma postura radical a ponto de querer que o mundo pare e todos fiquem eternamente tristes.
Não podemos transformar a dor em uma patologia geral e absoluta.
Fiquei com medo do Pedro Lorpa.
Ele anda lendo muito sobre regimes totalitários e se influenciando demais com a história da Coréia do Norte. 

MAPEAMENTO DO CONECTOMA??




DOIS ANOS ATRáS, quando fui bolsista num programa acadêmico para jornalistas de ciência nos EUA, fiquei intrigado quando fui pedir ao instrutor de um curso de neurociências que me deixasse acompanhar as aulas como ouvinte. Sebastian Seung, um neurocientista americano de ascendência coreana, mais parecia um figurante saído do clip de Gangnam Style do que um professor-titular do renomado MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts).
Usando uma camisa cheia de cores, uma calça esfarrapada e um tênis prateado, o pesquisador facilmente se confundia com um aluno de graduação, apesar dos seus 44 anos. Seung me deu acesso à classe, e numa de suas primeiras aulas descobri que ele era uma das figuras-chave num dos programas mais ambiciosos da neurociência contemporânea. Sua meta é criar uma técnica de análise para mapear o chamado “conectoma” humano –o conjunto total de sinapses, as conexões entre neurônios do cérebro e do restante do sistema nervoso.
Contrastando com seu figurino extravagante, suas aulas eram relativamente formais. O curso tinha o programa dividido entre três professores, e Seung tinha assumido a função de descrever aos calouros do MIT a anatomia e fisiologia de um neurônio individual, tarefa que cumpriu com uma detalhamento e uma determinação admiráveis.
O talento de Seung para lidar com o público não iniciado pode ser apreciado agora em “Connectome”, livro que o pesquisador lançou no ano passado, ainda sem tradução para o português. A obra descreve o como e o porquê do projeto de mapeamento do conectoma humano. Sua tese básica é a de que o cérebro é um órgão mal compreendido porque seu funcionamento só vai se revelar para valer quando cientistas puderem computar todas as sinapses.
Essa promessa de avanço futuro, que requer o uso de uma ferramenta ainda inexistente, pode levantar suspeitas entre os mais céticos. O avanço da neurociência tem sido mais lento do que muitas pessoas esperavam algumas décadas atrás, e colocar o mapeamento do conectoma como precondição para que esta área da ciência dê uma volta por cima pode soar como uma justificativa para a demora.
O neurocientista Eric Kandel, ganhador do prêmio Nobel de Medicina de 2000, já afirmou que esse problema acabou colocando a psiquiatria numa crise, tornando-a incapaz de descrever transtornos mentais com base em biologia. Quase todos os males psiquiátricos são diagnosticados só com base em comportamento e em sintomas, em vez radiografias e testes de sangue, como faz a oncologia. A nova versão do DSM, o manual mais influente da psiquiatria, estava tentando mudar sua abordagem, mas desistiu diante da falta de conhecimento necessário para tal. (Luis Augusto Rohde, cientista gaúcho que participou da elaboração do manual, falou sobre essa frustração em entrevista recente à Folha.)
Não existe saída fácil dessa encruzilhada, e o principal mérito de Seung talvez seja o de tentar vislumbrar uma solução sem desprezar a gravidade do problema. Alguns neurocientistas defendem que as pesquisa sobre fisiologia do cérebro feitas com base em máquinas sofisitacadas de ressonância magnética seja traduzidas diretamente para a psiquiatria, mas o professor do MIT se diz cético quanto às esperanças de avanço. Esse tipo de tecnologia ainda é muito impreciso para captar o emaranhado de neurônios em escala minúscula, e Seung os classifica como neo-frenologistas –numa alusão à pseudociência da frenologia, que no século 19 buscava diagnosticar transtornos mentais examinando o formato do crânio das pessoas.
Seung não usa esse termo de forma ofensiva, porém, e reconhece que a ressonância magnética trouxe muitos avanços na compreensão de como o cérebro funciona. O progresso, porém, foi insuficiente. Não podemos atribuir um diagnóstico de depressão, autismo ou esquizofrenia, ainda, apenas com base em imagens do cérebro.
A solução para que psiquiatria cumpra sua ambição, segundo Seung, seria o sequenciamento de todos os neurônios humanos, uma empreitada que, de maneira modesta, já começou. O objetivo é analisar um cérebro humano, que possui cerca de 100 bilhões de neurônios, para mapear todas as sinapses que os conectam uns aos outros, estimadas em algo na ordem de 100 trilhões. Como já falei demais aqui, deixo para o próximo post uma descrição melhor sobre o projeto de Seung.

Texto escrito por Rafael Garcia

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

MALAFAIA É BAGUAL..

A revista FORBES afirmou que o Pastor Silas Malafaia é detentor de uma fortuna de mais de R$ 300 milhões de reais. O dito Pastor declarou no programa da “Gabi” que tudo não passa de uma “grande mentira”, pois ele não tem mais que R$ 4,5 milhões.
Ele afirmou que há mais de 25 anos não tem o “salário de Pastor” e que é conferencista e ganha o seu “pão” com palestras e conferências.
Deixou no ar que o “povão” que paga o dízimo o faz para Deus e que ele apenas fica com algumas migalhas. Discordou da Polícia Federal e do Ministério Público Federal que ( em tese) teriam sido consultados pela Revista Forbes.
Na entrevista ele distinguiu o “Besteirol da teoria da prosperidade” da verdadeira prosperidade Bíblica. E disse que sua fortuna se explica na palavra e no seguimento das lições Bíblicas.
E o talento dele é tamanho na arte do convencimento que acabei acreditando nas suas justificativas.
Prosperidade é viver bem e em paz com os R$ 4,5 milhões conquistados com dízimos de fiéis e não com os R$ 300 milhões que de forma equivocada afirmou a tal Revista Forbes.
Afinal de contas, Deus trabalha com a lei da recompensa.
O Pastor Silas é bagual..




sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

A JUSTIÇA ESCANCARADA..

O Juiz Brandeis tornou famosa a afirmação de que a luz do sol é o melhor desinfetante. Mas a luz do sol não possui apenas propriedades sanitárias. Sua principal função é óptica: a clareza nos permite enxergar melhor, visualizando detalhes que ficavam encobertos pelas sombras da escuridão.
A divulgação da remuneração dos servidores públicos, nesse aspecto, está tendo o importante papel de desmascarar as distorções do nosso sistema. O princípio básico de que o valor da remuneração deve ser estabelecido pela responsabilidade do cargo tem sido violado notoriamente. Por exemplo, um juiz federal com onze anos de carreira recebe, em média, 16 mil reais líquidos aproximadamente. Enquanto isso, um analista legislativo da Câmara, com o mesmo tempo de serviço, tem uma remuneração mensal líquida de aproximadamente 22 mil reais. Um auxiliar que trabalhe no parque gráfico do Senado recebe uma remuneração superior a de um juiz federal com trinta anos de carreira. Atualmente, do ponto de vista remuneratório, mais vale ser consultor legislativo do que ser ministro do Supremo Tribunal Federal.
Outro aspecto que a Lei da Transparência desnudou foi a deturpação do sistema de subsídio e da limitação estabelecida pelo teto constitucional. Pouquíssimas carreiras respeitaram rigorosamente o sistema de subsídio. Muitas encontraram mecanismos para fugir do teto. Em geral, o subsídio é fixado em um patamar elevado (próximo ao teto constitucional) e são pagas verbas eventuais ou indenizatórias além do subsídio, inclusive verbas de direção e assessoramento. Isso tem causado outra notória injustiça: as carreiras que não recebem outras verbas além do subsídio ficaram para trás, perdendo sua atratividade, sobretudo pelas responsabilidades assumidas pelos membros dessas carreiras. Além disso, nas carreiras remuneradas exclusivamente por subsídio, as atividades extraordinárias não são remuneradas, sob a desculpa de que tudo está incorporado ao subsídio, gerando uma sobrecarga de trabalho sem qualquer acréscimo remuneratório. Isso faz com que um juiz federal que ocupe a função de diretor do foro, gerenciando cerca de cinco mil pessoas com um orçamento de algumas dezenas de milhões de reais por ano, sem prejuízo da jurisdição, receba uma remuneração muito menor do que a de um procurador do estado ou do município, que recebe subsídios fixados em patamar idêntico ao de desembargador, é remunerado por atividades extraordinárias, de assessoramento e direção, ganha honorários e ainda pode advogar.
E para potencializar a injustiça tem-se notado um tratamento discriminatório mesmo dentro de cada um dos poderes. No âmbito do Judiciário, por exemplo, é nítido o tratamento diferenciado recebido pelos juízes federais quando comparado com alguns juízes estaduais. Isso tem provocado uma odiosa discriminação, tornando o regime jurídico da magistratura federal infinitamente inferior ao regime jurídico da magistratura estadual, pelo menos em alguns estados. Aliás, também é notória a discriminação mesmo entre os juízes estaduais, pois há uma grande disparidade remuneratória entre os diversos estados da federação e, às vezes, até mesmo dentro de um mesmo estado-membro. Situação semelhante ocorre com relação ao ministério público.
Provavelmente, alguns dirão que a melhor maneira de corrigir essa distorção é trazer todos para dentro da política constitucional de subsídio e de teto, criando uma política de uniformização de larga escala a fim de podar os excessos e alinhar as diversas carreiras conforme a responsabilidade de cada uma. Há uma boa dose de verdade e de plausibilidade nisso. Porém, há dois detalhes que precisam ser levados em conta. Em primeiro lugar, o artigo 39 da CF/88 tem que ser cumprido, vale dizer, o valor da remuneração tem que ser fixado de acordo com a responsabilidade do cargo. Além disso, a política de subsídio e de teto só faz sentido se a norma constitucional que garante o reajuste anual da remuneração for aplicada rigorosamente. Desde 2005, data em que foi estabelecido o sistema de subsídio, o reajuste anual nunca foi cumprido integralmente, forçando algumas carreiras a buscarem soluções alternativas para corrigir por outros meios a desvalorização da moeda. Então, é de se questionar: de quem é a culpa por este estado de coisas? E o mais importante: como corrigir essas distorções no curto prazo, uma vez que as carreiras que estão respeitando a Constituição não aguentam mais esperar? Diante desse quadro caótico, os juízes federais devem ser considerados como bons republicanos ou como tolos ingênuos? A última pergunta é retórica.
Por George Marmelstein, um juiz federal com onze anos de carreira ofuscado com tanta luz solar