segunda-feira, 26 de novembro de 2012

A amizade..

A amizade é o sentimento que imanta as almas unas às outras, gerando alegria e bem-estar.
A amizade é suave expressão do ser humano que necessita intercambiar as
forças da emoção sob os estímulos do entendimento fraternal.
Inspira
dora de coragem e de abnegação. a amizade enfloresce as almas, abençoando-as com resistências para as lutas.
Há, no mundo moderno, muita falta de amizade!
O
egoísmo afasta as pessoas e as isola.
A amizade as aproxima e irmana.
O medo agride as
almas e infelicita.
A amizade apazigua e alegra os
indivíduos.
A des
confiança desarmoniza as vidas e a amizade equilibra as mentes, dulcificando os corações.
Na área dos
amores de profundidade, a presença da amizade é fundamental.
Ela nasce de uma expressão de
simpatia, e firma-se com as raízes do afeto seguro, fincadas nas terras da alma.
Quando outras emoções se estiolam no vaivém dos choques, a amizade perdura, companheira devotada dos homens que se estimam.
Se a amizade fugisse da Terra, a vida
espiritual dos seres se esfacelaria.
Ela é meiga e
paciente, vigilante e ativa.
Discreta, apaga-se, para que brilhe aquele a quem se afeiçoa.
Sustenta na fraqueza e liberta nos momentos de
dor.
A amizade é fácil de ser vitalizada.
Cultivá-la, constitui um dever de todo aquele que pensa e aspira, porquanto, ninguém logra êxito, se avança com aridez na alam ou indiferente ao elevo da sua fluidez.
Quando os impulsos sexuais do
amor, nos nubentes, passam, a amizade fica.
Quando a
desilusão apaga o fogo dos desejos nos grandes romances, se existe amizade, não se rompem os liames da união.
A amizade de Jesus pelos
discípulos e pelas multidões dá-nos, até hoje, a dimensão do que é o amor na sua essência mais pura, demonstrando que ela é o passo inicial para essa conquista superior que é meta de todas as vidas e mandamento maior da Lei Divina

Joanna de Ângelis

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

CORVO DESGRAÇADO..

João Capivara da Silva havia se transformado num verdadeiro Corvo e pior: desgraçado também.
Sua vida era procurar "carniças" para fazer notícias. Toda hecatombe, tristreza e tragédia eram bem-vindas.
No trânsito ele se deleitava com os acidentes: quanto mais de perto  fotografasse os mortos, mas " credibilidade ele ganhava".
Misturado a isso estava a sua dose de sensasionalismo sem igual. Na Segurança Pública, gostava de postar fotos de presos algemados, tudo acompanhado de comentários NAZISTAS dando a ideia de purificação do ambiente e da sociedade.
Para ele os presos não eram humanos. Eram como piolhos que deveriam ser exterminados implacavelmente.
Sua ausência de freios no linguajar lhe proporcionou vários processos por DANOS MORAIS, algo que ele jamais divulgava ( lógico).
O fato é que não tinha um tostão sequer. De nada adiantava a Justiça condená-lo.
Por onde ele passava ficava um rastro de energias ruins, péssimas, terríveis.
Não tinha amigos, apenas alguns que apavoravam-se com suas atitudes.
Ele era um DOENTE MENTAL que o sistema havia criado.
Um coitado que pensava que era HERÓI.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

SEXUALIDADE E EUGENIA


in Journal of Fund. Psychopath. Online. São Paulo, v. 5, n. 2, p. 285-291, nov 2008.
http://www.fundamentalpsychopathology.org/app/index.php#artigo2/2/1558/1/55

Uma matéria publicada há alguns meses na Folha de São Paulo (1), baseada na revista americana SLATE (2), apresenta um estudo científico que anuncia a descoberta do gene que determinaria a chamada “preferência sexual”. Dentre outras coisas, ele seria o responsável pela manifestação da homossexualidade.
O debate sobre as bases neurobiológicas do comportamento humano relança a questão, tão antiga quando o homem, de saber o que é inato e o que é adquirido. Ou seja, o que em nós é da natureza e o que é da cultura. Debate que, ao longo da História, sempre foi respondido segundo os interesses da ideologia dominante: dependendo o objetivo visado, opta-se por uma posição ou por outra.
Entretanto, de alguns anos para cá, a controvérsia vem se acirrando, pois “provas científicas” parecem sustentar as influências hormonais na constituição neurobiológica do indivíduo. “A onda atual do determinismo biológico tem permitido retornar, com muita força, explicações biologizantes de fatos sociais e fenômenos culturais, com ampla aceitação e difusão pelas mídias”. (3)
Segundo a matéria da Folha, a maioria das pessoas convidadas a opinar sobre o assunto apoiaram esta visão determinista da sexualidade humana. O que não é de se estranhar visto que, na cultura ocidental, a heterossexualidade é entendida como a única forma de ligação afetiva produtora de “normalidade”. (4). Sobre este tema, um livro recentemente publicado - A invenção da cultura heterossexual – mostra que a preponderância simbólica do casal homem-mulher não está presente em todas as culturas humanas (5).
O artigo da SLATE, intitulado Antagonismo sexual começa com uma questão que merece uma reflexão: “Se a homossexualidade é genética e casais gays não procriam, então, porque ela ainda não desapareceu?”
A SLATE, por sua vez, se baseia em um estudo publicado no PLoS (Publishing science, accelerating research) (6), um jornal interativo para a comunicação de pesquisas científicas e médicas, que foi realizado por uma equipe de pesquisadores italianos das Universidades de Padova e de Torino. Os resultados aplicam-se somente a homossexuais masculinos. Os padrões desse estudo, que a SLATE classifica de “curiosos”, são sustentados por complexos mecanismos, cujas variáveis receberam tratamento computadorizado. Dentre as possibilidades resultantes, os autores optaram pela única que “se adequava aos dados”.
Na verdade, o que teria sido descoberto não é o gene da homossexualidade mas, sim, o responsável pela androfilia – atração por homens – o qual, continua o artigo, seria indispensável para a preservação da espécie: é graças a ele que a mulher se sente atraída pelo homem, o que aumentaria as chances de procriação. Este gene, sustentam os estudiosos, seria mais uma astúcia da evolução para aumentar a capacidade reprodutora da mulher. Por fazer parte da evolução, não haveria como erradicar a minoria gay. Ainda segundo o artigo, sendo a homossexualidade de origem genética, o temor de “contaminar-se” por ela – o professor homossexual, o filme que pode influenciar o filho, o colega com trejeitos… – é totalmente infundado.
Entretanto, o importante a ser ressaltado no trabalho dos pesquisadores italianos é que a “descoberta” do gene da androfilia foi inferida a partir dos resultados de complexos cálculos de estatística e de probabilidade. Ou seja, o referido gene não foi localizado em alguma parte genoma humano: dentre as possibilidades resultantes, a única que “se adequava aos dados”, a melhor resultante, só foi alcançada quando se considerou a existência do gene da androfilia.
Apoiados na seleção sexual antagônica, segundo a qual “um gene pode ser reprodutivamente prejudicial para um sexo, mas benéfico para o outro”, os autores sustentam que o homossexualidade é mais comum entre os homens do lado materno do que do paterno. Seria por isto que é bem mais freqüente a ocorrência de gêmeos idênticos homossexuais masculinos do que femininos. A seleção sexual antagônica funciona assim: nas mulheres a presença do gene seria benéfica, pois estimularia o crescimento da espécie; nos homens, ela seria prejudicial, pois comprometeria a reprodução. A conclusão do artigo é uma pérola de misoginia: “O gene da homossexualidade masculina persiste – é transmitido – por promover altos índices de procriação nas mães, irmãs e tias de homens gays”.
O estudo não é válido para mulheres homossexuais. No caso delas, não haveria fatores genéticos, nem a questões ambientais ou alguma química pré-natal. E ponto. Nada mais a dizer sobre elas. Não era de se esperar, igualmente, a existência do gene da ginofilia (atração por mulheres)?
O que se depreende de tudo isto é que a situação genética só se torna problemática quando o gene se manifesta lá onde não deveria, nos homens, fazendo com que eles se sintam atraídos por seus pares. A preocupação parece ser, uma vez mais, apenas com os homens, o que só vem mostrar a hegemonia do discurso masculino. A inexistência do gene da ginofilia sugere que a atração do homem pela mulher é tão obvia, tão natural, que dispensa qualquer explicação. Entretanto, no que diz respeito à homossexualidade masculina, o preconceito se apresenta de forma ainda mais acirrada. A declaração à revista LiveScience (7) de um dos pesquisadores, o professor Andrea Camperio da Universidade de Pádua, vai neste sentido: “Existe todo este antagonismo contra a homossexualidade, porque acredita-se que ela é contra-natureza por não levar à reprodução. Nosso trabalho mostrou que isto não é verdade, pois a homossexualidade é apenas uma das conseqüências das estratégias para tornarem as mulheres mais fecundas”. Tal afirmação é extremamente discriminatória, pois os gays masculinos passam a se verem, e a serem vistos pela sociedade, como um “efeito colateral” da evolução feminina. O passo seguinte, seria medicar a homossexualidade da mesma forma que algumas doenças genéticas são medicadas. Grandes perspectivas para a industria farmacológica!
As questões em torno da “preferência sexual” sempre suscitaram acaloradas polêmicas na sociedade. Colocá-la como uma determinação genética comporta o perigo de esvaziar o debate e, pior ainda, lançar um grande projeto de eugenismo sexual.
Admitir que a homossexualidade é uma posição libidinal, uma “preferência sexual”, tão legítima quanto a heterossexualidade é desconstruir o imaginário da cultura ocidental que, baseado em seus mitos fundadores, sustenta uma ordem simbólica historicamente construída, que fixa a pulsão sexual a objetos culturalmente valorizados.
Mas, há outros pontos do artigo a serem considerados sobre o gene da androfilia como, por exemplo, o de que ele aumentaria a fertilidade feminina. Tais argumentos conduzem a conclusões implícitas que são tão, senão mais, preocupantes do que a afirmação de uma suposta determinação neurobiológica da “preferência sexual”: se o gene atua na mulher, e só nela, como uma estratégia da evolução para tornar-las mais fecundas, isto significa que o objetivo primeiro da sexualidade, sobretudo a feminina, é a reprodução. É inquietante constatar a utilização do discurso científico para sustentar posições discriminativas seculares a respeito da mulher e de sua sexualidade.
Há muitos anos sabemos, graças à psicanálise, que no ser humano a sexualidade tem uma história e está primeiramente destinada ao prazer, e só secundariamente à reprodução. Não há nenhuma outra espécie que tenha criado tantas técnicas e expedientes destinados, exatamente, a evitar a procriação e circunscrever a sexualidade a seu aspecto prazeroso, o que vai na contra-mão da suposta determinação genética postulada pelos pesquisadores italianos.
Determinantes genéticos nunca explicaram as dinâmicas psíquicas, seja na vertente heterossexual ou homossexual, responsáveis pela atração sexual. Se a questão é de androfilia era de se esperar que tanto a mulher, quanto o homem, portadores deste gene se sentissem atraídos por qualquer homem? (Lembrando, como já foi dito, que aguardamos novas pesquisas que expliquem porque existem mulheres homossexuais.)
Se fôssemos geneticamente determinados deveríamos, seguindo o exemplo de outros mamíferos, só nos sentirmos atraídos pelo sexo oposto no período de fertilidade da mulher e isto independentemente de seu sex-appel. Ora, por que nos sentimos atraídos por algumas pessoas e não por outras? Por que uma intensa atração sexual termina tão misteriosamente como começou? O que, no outro, nos atrai ou nos causa repulsa?
Não existe nenhum gene da homossexualidade, ou da heterossexualidade, como alguns vêm tentando encontrar há muitos anos. Somos geneticamente programados, diz o biólogo François Jacob (8), mas programados para aprender. Nos organismos mais complexos, o programa genético não traz instruções detalhadas de comportamentos, justamente para que ele tenha possibilidades de resposta face às contingências. Estudos recentes (9) vão ainda mais longe: somos programados para não sermos geneticamente determinados. Ou seja, existem genes cuja função é desconectar uma determinação genética. A plasticidade neuronal sugere que nosso cérebro modifica-se constantemente ao receber a incidência do outro, da linguagem, assim como as contingências dos acontecimentos que nos afetam. A cadeira neuronal do ser humano é permanentemente atualizada, dentre outros, pelo modo de educar a criança, pelo nome que lhe é dado, pela maneira como ela é vista e falada, pelo lugar que ela ocupa no desejo de quem lhe deu vida psíquica, pelos valores sociais do masculino e do feminino… Isto significa que ainda que os genes participem na constituição neurobiológica do sujeito, não há como saber em que medida eles são influenciados, ou menos silenciados, por fatores ambientais.
O curioso com este tipo de estudo, que repete outros anteriores e que se repetirá nos que virão, é uma quase obsessão científica em provar, a partir de complexas correlações, a existência de um gene responsável pela homossexualidade, como se a heterossexualidade não exigisse explicação (10). Por que, na sociedade ocidental, a sexualidade é objeto de tanta inquietude? Por que, em outras sociedades, esta questão nem chega a ser formulada?
Só nos cabe reagir a tudo isto com uma certa dose humor, e aguardarmos pesquisas que sejam bem mais proveitosas para o tecido social. Por exemplo, sobre as bases neurobiológicas da corrupção, da mentira socialmente instituída, das relações de poder e dominação, das diferentes formas de segregação e preconceito para, uma vez detectado os genes responsáveis por tais desvios, tratá-los. Tais pesquisas nos conduziriam, sem dúvida, a conhecer muito mais sobre nós mesmo do que estamos preparados.
BIBLIOGRAFIA
1 – Folha de São Paulo : http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq2406200820.htm
2 – SLATE : http://www.slate.com/id/2194232/

3 – Sousa F., Alípio. Cérebros (homos)sexuais: as ressonâncias do preconceito. Texto ainda não publicado.
4 – Ceccarelli, Paulo R. Sexualidade e preconceito. in Rev. Latinoam. Psicop. Fund. SP, III, 3, 18-37, sept. 2000.
5 – Tin, Louis-Georges. L’invention de la culture hétérosexuelle. Paris, Ed. Autrement, 2008
6 – PLoS : http://www.plosone.org/article/info:doi/10.1371/journal.pone.0002282
7 LiveScience : http://www.livescience.com/health/080617-hereditary-homosexuality.html
8 – Jacob, François. Les jeux des possibles. Paris: Fayard, 1981.
9 – Ameisen, Jean Claude. La sculpture du vivant. Paris: Seuil, 2003.
10 – Ceccarelli, Paulo R. A invenção da homossexualidade. in Bagoas: estudos gays – gênero e sexualidades. UFRN v.2, n.2, jan./jun. 2008.

Paulo Roberto Ceccarelli*

ETA BELCHIOR VELHO !!!!



O cantor cearense Belchior está sendo procurado pela polícia do Uruguai. O motivo seria uma dívida de R$ 30 mil em diárias e serviços, correspondente a seis meses em diária de um hotel quatro estrelas.

O hotel fica na cidade de Artigas, no Uruguai. Belchior e a mulher, Edna Assunção de Araújo, se hospedaram no local em julho do ano passado. Para a gerente, o casal disse que passaria apenas 15 dias, mas permaneceu até maio deste ano. Eles pagavam o hotel semanalmente, sempre em dinheiro.

Depois do dia 4 de maio, Belchior e a mulher pararam de pagar as contas, alegando que o dinheiro deles estava bloqueado no Brasil. No começo de novembro, segundo a gerente, Belchior disse que iria pedir ajuda ao consulado brasileiro. Na segunda-feira passada ele saiu com a mulher do hotel e não retornou, deixando para trás várias roupas, material de trabalho, malas, três quadros comprados no Uruguai e até o computador. No mesmo dia, a gerente registrou um Boletim de Ocorrência contra o casal.

A polícia de Artigas enviou um informe a todas as delegacias do Uruguai. Porém, se for encontrado, Belchior não vai ser preso, porque o não pagamento de dívida não é crime no país.

O caso é recorrente. Em 23 de agosto de 2009, o programa da rede Globo, Fantástico, exibiu uma matéria em que amigos, parceiros e até parentes do cantor e compositor Belchior contavam que ele havia desaparecido. A notícia foi destaque no Brasil e até no exterior. Belchior foi encontrado numa pequena cidade do Uruguai pela equipe do programa, mas o cantor não quis falar da vida pessoal nem sobre as dívidas que lhe cobravam à época.

O cantor deixou um carro abandonado há cinco anos no aeroporto em Congonhas, em São Paulo, onde vivia antes de ir para o Uruguai. Só em diárias, a dívida já passa dos R$ 94 mil. O programa também mostrou um carro de luxo que Belchior largou em um estacionamento em um bairro nobre da capital paulista. Os donos do estacionamento entraram na Justiça para cobrar o dinheiro. O carro foi levado para um depósito público e a dívida com o estacionamento já está em R$ 15 mil.

O Fantástico voltou ao endereço da casa que Belchior alugava em São Paulo para pintar quadros. Ela foi vendida, e no terreno está sendo construído um prédio. O dono da casa diz que não recebeu os aluguéis atrasados.

Somando as dívidas do hotel, dos carros e do aluguel da casa, o total chega a quase R$ 220 mil.

Fonte da notícia: Correio do Povo

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

NÃO É DE PIRRO COISA NENHUMA !!!

Tenho que discordar do meu amigo HILÁRIO BARBIAN quando ele afirma que a VITÓRIA DE BALLIN e BIRA foi uma vitória de PIRRO, referindo-se ao alto custo da vitória e da existência de um suposto crescimento na candidatura de PIAIA.
Muito pelo contrário e os NÚMEROS existem pra isso confirmar. O PDT aumentou a sua participação na Câmara de vereadores, a OPOSIÇÃO se reduziu de tal forma que não mais possui a maioria, sendo que o Prefeito BALLIN poderá aprovar projetos com uma facilidade que na atual administração não existe.
O PCdoB elegeu apenas um vereador. Sendo que nesse quesito,não houve crescimento algum.
O vereador GLADIMIR RIBEIRO revelou na tribuna da Câmara de vereadores que foi discriminado e que houve privilégios para alguns no destino de recursos para fins eleitorais, sendo que já demonstra a sua insatisfação com a OPOSIÇÃO e insinando que não mais embarcará nesse caminho.
O PDT tem líderes como GERSON BURMANN, VALDIR HECK, MARCOS BARRIQUELO, IBRAIM ELAMAR, CLAUDIOMIRO PEZETTA, CHICO SAIFERT, sendo que na atual eleição elegeu um vereador que demonstra a capacidade de renovação dentro do partido, como é o caso do MUTLY, AMARILDO KROMBAUER.
Também é preciso lembrar que o BALLIN E BIRA ganharam com mais de 3500 votos de diferença, sendo que a OPOSIÇÃO gastou quase o dobro de dinheiro com gastos de campanha.
Quem teve uma DERROTA DE PIRRO, se é que podemos classificar assim, foi a OPOSIÇÃO, sendo que GRANDE PARTE do  PP apoiou BALLIN E BIRA, algo que tende a aumentar com a nova administração.
O PARTIDO DE BRIZOLA, muito ao contrário do que entende o nobre amigo Hilário, sai FORTALECIDO DAS ELEIÇÕES, sendo que juntamente com o PT e demais partidos  integrantes da Frente Popular Trabalhista, fará uma Adminstração com realizações ainda maiores que a anterior.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

GRAÚDO DESEQUILÍBRIO ..

De acordo com o Vereador, alguns candidatos receberam bastante dinheiro da majoritária, enquanto outros receberam quase nada.

O Vereador Gladimir Ribeiro da Silva, PSDB, usou a tribuna na Sessão da Câmara para falar sobre a prestação de contas de alguns Vereadores e de outros candidatos que participaram da eleição.
“Em vista de que a nossa Coligação, com seis partidos, onde no transcorrer das eleições foi exigido R$ 10 mil de cada partido para a majoritária, onde o nosso partido foi cobrado e resolvemos contribuir com esses R$ 10 mil. No entanto participamos da captação envolvendo os seis partidos”, disse.
Ele contou que o que chamou a atenção foi que os vereadores que participaram cada um recebeu R$ 137,23 para santinhos.
“Está aqui a prestação de contas, que diz que Gladimir, Cesar Busnello e Rosane Simon, assim como os demais receberam R$137,23 e assim por diante os demais candidatos a Vereadores. O que me chama a atenção é que o Vereador eleito Ricardo Adamy recebeu de Junior Piaia primeiramente R$ 10 mil, depois R$ 14mil e após R$ 22 mil e mais os R$ 137,23, esse candidato recebeu mias de R$ 47 mil reais da majoritária”, comenta.
Ele ressaltou também que “o Vereador Daniel Perondi recebeu três cheques de R$ 10 mil mais o valor de R$ 137, 23, Rubem Jagmin recebeu R$ 6.137, Jorge Luis Oliveira da Silva recebeu R$2.137, Fabrício Pereira recebeu R$9.137, Ênio Gonçalves R$14.137, e o Alan Amorim foi o único do PMDB que recebeu só os R$ 137,23”.
Gladimir ressaltou que chamou a atenção dele o tratamento desigual entre os participantes da coligação.
“Alguns candidatos receber tanto assim e outros tão pouco. Isso são documentos oficiais do TRE. Essa coligação tem que dar uma resposta aos eleitores, porque deste tratamento desigual, inclusive quem foi prejudicado deve entrar com uma ação reparatória sobre isso. Nós participamos e defendemos a majoritária e tiramos de nosso bolso, e o nosso próprio dinheiro foi para outros candidatos”, ressalta.
Gladimir ressaltou ainda que a majoritária arrecadou no total R$ 549.200,00 para as eleições.
Além disso, ele disse, que batalhou por uma candidatura que achou que era honesta e que teria o mesmo tratamento para todos. “Quero continuar pensando que esse Vereador foi reprovado pelas urnas para não continuar alimentando nenhuma esperança e não ficar remoendo dissabores com o que aconteceu nesta eleição,” finaliza.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

UTI PEDIÁTRICA E DEMAGOGIAS..

A política, já dizia o pensador Miguel Sturvinski, vive muito da demagogia. Sem fazer banzé, sem fazer alarde e incrementar todo e qualquer ato da vida social com uma série de exageros e espalhafatos ela não sobreviveria.
Não poderia ser diferente no caso da tal de UTI PEDIÁTRICA DO HCI. 
Inicialmente, omitindo que tudo decorreu de uma Portaria do Governo Federal, alguns disseram que acabariam com a UTI Pediátrica local, insinuando que os culpados seriam os administradores locais e coisa e tal.
Depois, vendo que a demagogia não funcionou ou vingou, voltaram atrás e vieram com argumentos de que as razões do não funcionamento seria ( em última instância) dos Médicos Pediátras, pois eles querem um aumento que seria complicado pagar diante das dificuldades financeiras.
O fato é que o Prefeito, a Secretária da Saúde, Diretoria do HCI e representantes do Governo Estadual já deixaram clara a sua ideia de manutenção  da referida unidade de tratamento.
Pessoas de bom nível e que realmente queiram colaborar devem agora lutar por isso sem fazer "banzé" e "CIRCO".
A seriedade não permite tempo para ficar brincando de resolver problemas em ping-pongs verbais e de apontamentos de supostas responsabilidades.
Já existem encaminhamentos e não existem razões para demagogias em cima de um assunto sério. 
Agora é UNIR FORÇAS sem infantilidades e demagogias baratas !